| Tamanho | Largura | Espessura | Volume | |||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 5'4" | x | 18 3/4" | x | 2 5/16" | = | 24.80 L |
Construção: EPOXY
Laminação: EPS com longarina
Sistema de Quilhas: FCS 2 3 fin setup
Tail: Double Wing Swallow
Notas:
Na década de 80, o então surfista profissional Ricardo Martins, insatisfeito com alguns de seus resultados e o critério de julgamento da época, resolveu fazer alterações em sua principal prancha de competição. Era preciso extrair mais daquelas ondas, conseguir espaço para fazer três, quatro manobras.
O resultado foi imediato, Ricardo fez duas finais consecutivas em campeonatos da OSP Organização dos Surfistas Profissionais. Essa prancha mudaria definitivamente sua visão sobre pranchas de alta performance para ondas pequenas.
O que fez na época foi diminuir três polegadas em relação a sua a prancha habitual, alterou o rocker deixando-o mais reto para gerar bastante velocidade e aumentou toda a área da prancha para obter melhor entrada na onda, flutuação e estabilidade. Também inseriu double wings para diminuir a área no tail e facilitar curvas mais acentuadas. Wings eram muito utilizados naquela época para quebrar a linha.
A 2S de hoje é uma releitura dessa experiência. Projetada para alta performance em ondas pequenas e fracas, seu design resultou em uma prancha extremamente compacta. Destacamos a ousada combinação de um rocker com pouca curva à um fundo que contempla um single de entrada, double concave acentuado e vbottom de saída.
Outro ponto importante para a performance da 2S em condições adversas, foi a construção de um outline com bastante área de nose e tail. Era preciso garantir estabilidade e flutuação em uma prancha tão rápida e pequena. Em outras palavras, o turbo já é acionado na remada, entra-se antes na onda. A 2S, por se tratar de uma prancha especifica para ondas pequenas e fracas, consegue velocidade e espaço onde uma prancha all around não consegue chegar.
Mas para a 2S funcionar como uma prancha de alta performance é importante utilizar no mínimo de 3 à 4 polegadas menor que a prancha do dia a dia, e aumentar o volume. O tamanho pode ser definido diretamente em função do seu nível de surf. Sendo assim, quanto mais alto for, menor deve ser a prancha. Essa equação também deve ser aplicada para surfistas que não estão na sua melhor forma, em que a 2S deve ser utilizada no mesmo tamanho da prancha básica do dia a dia.
O modelo Frisbee foi criado para ser uma opção em ondas tubulares ou de point break nos dias pequenos e médios, sendo aconselhado usá-lo de 2 a 3 polegadas menor que a prancha do dia a dia.
Conseguimos manter o volume necessário para se ter uma boa remada através da área e volume na região do peito que, combinado com uma área de rabeta mais reduzida, deixa a prancha bem segura em ondas velozes e paredes longas. As bordas médias com mais volume concentrado na longarina tornam a prancha excelente para executar longas rasgadas. A curva de fundo é suave com um single concave mais acentuado para garantir bastante drive.
O modelo pode ser utilizado também em beach breaks, porém nesses casos costuma se utilizar um pouco mais de área de rabeta e curva de fundo, além de adicionar um double concave para dar mais mobilidade em ondas mais curtas. As rabetas recomendadas são round e round pin.
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